MP aciona Justiça e questiona uso de policiais militares na segurança de Caiado durante pré-campanha presidencial
A pré-campanha presidencial do governador Ronaldo Caiado ganhou um novo capítulo neste sábado após o Ministério Público de Goiás ingressar com uma ação na Justiça questionando o uso de policiais militares na segurança pessoal do chefe do Executivo durante agendas relacionadas à sua projeção nacional.
Na ação, o MP sustenta que agentes públicos e recursos do Estado não podem ser empregados em atividades de caráter eleitoral, defendendo que a estrutura de segurança deve permanecer restrita às atribuições institucionais do cargo. O órgão pede que a Justiça analise a legalidade da atuação dos policiais em compromissos ligados à pré-campanha presidencial de Caiado.
O caso amplia o debate sobre os limites entre a agenda oficial de um governador e os compromissos de natureza político-eleitoral, especialmente em um ano marcado pela intensificação das articulações para as eleições de 2026.
A discussão também coloca em evidência o uso da máquina pública durante o período de pré-campanha, tema que costuma ser acompanhado de perto pelos órgãos de fiscalização eleitoral. Até o momento, a ação representa um questionamento judicial e ainda não há decisão definitiva sobre o caso.
A expectativa agora é pela manifestação da defesa do governador e pelos próximos desdobramentos na Justiça, em um episódio que pode influenciar o cenário político goiano e repercutir nacionalmente.
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